Na comparação com igual período do ano passado, os serviços de informação e comunicação avançaram 1% puxados pelos resultados dos segmentos de TI, que subiu 13,2%, e TIC, com alta de 2,8%. Já os serviços de telecomunicações tiveram perdas de 3,2% e o de audiovisual, de -9,5%.
Segundo o IBGE houve perdas de receita nos segmentos de telecomunicações; programadoras e atividades relacionadas à televisão por assinatura; atividades de exibição cinematográfica; operadoras de TV por satélite; e consultoria em tecnologia da informação.
No acumulado do ano, os serviços de informação e comunicação recuaram 2%, contaminados pelo desempenho negativo do audiovisual, com queda de 19,9%, e de telecomunicações, que caíram 3,6% no período. TI e TIC avançaram 7,9% e 0,5% respectivamente de janeiro a novembro do ano passado.
Nos últimos 12 meses, a queda apresentada pelos serviços de informação e comunicação foi de 1,5%, puxada novamente pelos desempenhos negativos no segmento de audiovisual (-16,7%) e telecomunicações (-3,4%). TI (+8,3%) e TIC (+0,7%) amenizaram as perdas.
Queda histórica
Em novembro de 2020, o volume de serviços no Brasil cresceu 2,6% frente a outubro, sexta taxa positiva seguida, gerando um ganho acumulado de 19,2%. No confronto com novembro de 2019, o volume de serviços recuou 4,8% em novembro de 2020, nona taxa negativa seguida.
No acumulado do ano, o volume de serviços caiu 8,3% frente a igual período de 2019. O acumulado nos últimos doze meses (7,4%) manteve a trajetória descendente iniciada em janeiro (1,0%) e apontou o resultado negativo mais intenso desde o início da série histórica, iniciada para esse índice, em dezembro de 2012.